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Eliane Batista |
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| » Culinária |
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Eliane Batista
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Princípios gerais de Administração
1) Divisão do Trabalho A divisão do trabalho tem por finalidade produzir mais com o mesmo esforço. O operário que faz todos os dias a mesma peça e o chefe que trata constantemente dos mesmos negócios adquirem mais habilidade, mais segurança e mais precisão e, conseqüentemente aumentam de rendimento. Cada mudança de ocupação ou de tarefas implica num esforço de adaptação que diminui a produção.
2) Delegação de autoridade Os cargos de chefia só devem ser criados para desobstruir "gargalos".
A delegação em excesso é uma prática que deve ser evitada. Se o valor do chefe, sua força de trabalho, sua inteligência e percepção lhe permitem ampliar suas ações, ele poderá levar longe a centralização e reduzir o número de auxiliares. Por outro lado, a existência de gargalos constantes em seu setor, é sinal de que algumas tarefas estão sendo preteridas. Tudo que não é importante para um chefe deve ser delegado a outro.
A centralização não é um modelo bom ou ruim de administração. Ela existe em maior ou menor escala em qualquer empresa. A questão é encontrar o equilíbrio mais favorável à empresa. A dose correta vai depender da capacidade de cada chefe.
3) Unidade de Comando O funcionário deve receber ordens de um único chefe.
Dois chefes que exercem autoridade sobre um mesmo funcionário ou sobre um mesmo serviço, podem gerar ordens conflitantes dentro da empresa. É o caso de sócios que possuem os mesmos poderes e autoridade sobre os funcionários, podem gerar infinitos conflitos se não houver uma prudente divisão de atribuições entre eles. Os funcionários não suportam a dualidade de comando.
Da mesma forma, um chefe que dá ordens à um subordinado pulando a hierarquia, também fere o princípio da unidade de comando e cria uma situação de potencial conflito. Se a causa persiste, acaba provocando uma perturbação desnecessária entre eles. O chefe mais alto tem a obrigação de corrigir uma falha encontrada. Ao emitir uma ordem ao funcionário de outro setor, o chefe mais alto deve imediatamente comunicar o fato ao chefe do setor.
4) Eqüidade O chefe deve empenhar os maiores esforços em transmitir através de seus atos, o sentimento de eqüidade em todos os níveis da hierarquia. Para que o pessoal seja estimulado a empregar toda a boa vontade e o devotamento de que é capaz no exercício de suas funções, é preciso que ele seja tratado com justiça.
A equidade exige energia e rigor do chefe. Se deixar de punir um funcionário incompetente, ele corre o risco de se tornar omisso perante os demais e estará sujeito a duas conseqüências: Primeiro os outros subordinados interpretarão a sua falta de ação como sinal de que aprova o desempenho deficiente; segundo e mais importante, esses indivíduos que não corresponderam se tornarão um obstáculo à carreira dos demais.
Aptidão para chefia
1) Assuntos importantes versus assuntos urgentes. Assuntos importantes são aqueles relevantes em termos de valor, ou em termos de conseqüências para a empresa. Assuntos urgentes são aqueles que exigem resposta imediata, sejam eles importantes ou não. O princípio de Pareto, afirma que os problemas da alta gerência são distribuídos da seguinte forma:
- 70% mais urgentes que importantes, por exempo atendimento de ligações telefônicas, visitas inesperadas, etc.; - 20% de relativa importância e urgência, por exemplo, expediente diário de compra, vendas, produção, pagamentos, etc.; - 10% mais importantes que urgentes, por exemplo, assuntos que exigem solução em conjunto, tais como lançamento de novos produtos, campanhas de marketing e demais decisões que põe em jogo o destino da empresa.
O princípio de Pareto afirma ainda, que o tempo que deveria ser dispendido a cada grupo, varia na razão inversa, ou seja, aos de pouca importância gastaríamos 10% de nosso tempo, aos de relativa importância 20%, restando 70% do tempo para solucionar aqueles verdadeiramente importantes. Porém na prática o tempo do dirigente é 100% gasto na solução dos problemas urgentes. Isto ocorre pelo temor em enfrentar as questões relevantes. Estas exigem um tempo razoável de discussão, além de envolver a participação de pessoas dentro da empresa.
Eliezer S. Luciano Takahashi Administração
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